segunda-feira, 18 de abril de 2016

Como Projetar um Alarme Anti-Violação

Esse pode parecer um assunto muito polêmico, principalmente se você é um profissional da indústria de segurança. Mas quem já se perguntou se é possível e como violar um alarme de intrusão pode estar um passo à frente de seus concorrentes. E eu diria que aqueles que sabem responder, estão ainda em maior vantagem.

Então existe a chance de violar um sistema de alarme? Obviamente que sim. Mas a violação pode ser detectada. Abaixo listo quatro maneiras de burlar um alarme de intrusão:

DETECÇÃO POR IVP
Infravermelho passivo é uma das principais tecnologias de detecção de movimentos. Ela funciona com base na mudança de temperatura, que nossos corpos emitem. Portanto, se conseguirmos bloquear esta energia que é irradiada, logo, não somos capturados. Você pode testar isso com uma capa de chuvas (principalmente se estiver molhada) ou uma roupa de motoqueiro.

CABEAMENTO
Com algum conhecimento sobre conexão de zonas, é possível descascar um cabo de um setor e curto-circuitar os fios, fazendo este ponto ficar sempre fechado. Mesmo com movimento.

TAMPA
Ao abrir a tampa de um detector, podemos colar um pedaço de fita isolante sobre o sensor IVP e com muita facilidade obstruímos a captura de movimentos. O detector não irá mais disparar.

SIRENE
Cortar previamente o fio de uma sirene pode ser suficiente para criminosos realizarem uma intrusão e furtarem uma casa inteira.

O lado bom é que existe solução para todas estas preocupações. Porém, as soluções precisam ser implantadas. Agora eu vou listar algumas formas de como detectar essas violações:

DETECÇÃO POR IVP
Não há muito o que se fazer em relação a este problema e a tecnologia em si, pois isto é uma limitação e característica. A primeira alteranativa é utilizar detectores com dupla tecnologia, que misturam IVP e microondas. Mas eu também sugiro, pensando em elevar a segurança, misturar os tipos de detectores, tais como utiliza IVP, IVA e contatos magnéticos nas aberturas.

CABEAMENTO
Praticamente todas as centrais de alarme monitoradas permitem ativar o recurso chamado de EOL (ou, resistor de fim de linha). Ao ativar e instalar o resistor, você passa a proteger o cabeamento, podendo ser notificado se o cabo for cortado ou for emendado, curto-circuitado. Eu recomendo que isto sempre seja realizado.

TAMPA
Não muito diferente do resistor de fim de linha, proteger a tampa dos detectores é algo que possa ser feito. Muitos fabricantes chamam isso de TAMPER. E habilitando o tamper na central, junto com a adição do resistor correto, vai te permitir que saber quando alguém abrir a tampa dos teus dispositivos de detecção. É possível fazer a sirene tocar, mesmo com o alarme desarmado.

SIRENE
Monitorar a sirene é algo que praticamente todas as centrais de alarme já fazem. Veja bem, centrais de alarme monitoradas. Então, sempre que houver um curto-circuito ou o corte da sirene, a central vai reportar o evento para a base de monitoramento, e um agente já pode ser deslocado, evitando furtos no local.

As pessoas precisam entender o propósito de um alarme. Um sistema de segurança pode reduzir drasticamente as chances de uma intrusão acontecer. Mesmo assim ainda é possível violar. Mas também é possível torná-lo inviolável, fazendo o sistema reagir e sendo notificado quando alguém tentar burlar.

Você pode cobrar até o dobro se oferecer uma solução que seja completamente incapaz de ser violada. Em alguns países, principalmente na Europa, normas regulamentadoras se aplicam fortemente para sistemas de alarmes, e elas contemplam mecanismos anti-violação. Enquanto estas normas não são tão aplicadas aqui no Brasil, você pode ir se adiantando e de fato oferecer uma solução que seja realmente segura para seu cliente, com alerta de tentativa de violação.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Tipos de Comunicação utilizados em Centrais de Alarme

Às vezes nos confundimos diante de tantos tipos de comunicação que encontramos nas centrais da alarme, tanto para fins de reporte de eventos como também para acesso remoto. Resolvi listar e descrever cada canal de comunicação para facilitar o entendimento.


Geralmente dividimos as centrais de alarme (alarmes de intrusão) em dois grupos:
  1. Alarmes Monitorados
  2. Alarmes Não-Monitorados. 
Em alarmes não-monitorados existem modelos com e sem discador. Alarmes não-monitorados com discador são centrais que discam para um telefone pessoal em situações de alarme, sem reportar eventos detalhados para uma Base de Monitoramento. Neste caso vamos falar sobre Alarmes Monitorados. Basicamente são 4 formas de comunicação:
  1. Linha Fixa
  2. GSM 
  3. IP
  4. Rádio
Porém, se olharmos de perto, o GSM se divide em 3 canais: Voz, GPRS e SMS.
  1. Linha Fixa
  2. GSM (Voz)
  3. GPRS
  4. SMS
  5. IP
  6. Rádio
Praticamente todas as centrais monitoradas vem com discador embutido e reportam eventos em formato Contact ID. Algumas também vem com módulo GPRS ou IP integrado na placa.

Pensando em ter um backup de comunicação estas centrais podem ser uma boa opção, e também ter um custo mais acessível. Agora, para as outras centrais que não vêm com módulo IP ou GPRS integrado, existe a possibilidade de adicionar módulos externos.

Linha Fixa
Por linha telefônica as centrais podem discar para telefones pessoais em situações de alarme, reportar eventos em Contact ID para a base de monitoramento, e também podem permitir a conexão remota para ajustes de programação (também chamado de upload e download).

GSM
A comunicação por GSM, que usa o canal de voz celular é muito semelhante ao canal Linha Fixa, dependendo da central de alarme. Obviamente, por não haver cabeamento, podemos concluir que é mais seguro, por não ter como cortar o fio para violar. Entretanto, essa comunicação fica nas mãos da qualidade do sinal e operadora celular. Além disso, geralmente é mais caro, mas pode ser uma opção segura de backup para a linha telefônica.

SMS
Mensagens de texto são muito utilizadas para reporte pessoal, principalmente pelos proprietários (consumidor final), ao permitir acompanhar eventos de arme, desarme e alarmes. Em alguns casos, o SMS também pode servir de backup para o reporte GPRS.

GPRS
O GPRS é uma comunicação de dados móvel que permite reportar eventos para uma base de monitoramento e também permite o acesso à programação da central de alarme. Em locais remotos, sem linha telefônica, é uma ótima alternativa, até porque em evita deslocamentos para ajustes na configuração.

IP
Embora praticamente gratuito, a comunicação por IP pode estar vinculada, a nível de segurança, com a linha telefônica. Ou seja, se cortarem a linha, pode ser que o cliente também fique sem internet. Claro que depende muito de cada caso. Mas as vantagens também são muitas, como o acesso por aplicativo no celular, notificação por e-mail, programação remota, etc.

Rádio
A comunicação por rádio é considerada o canal mais confiável e seguro por muitos profissionais. Principalmente por não depender de uma ou mais operadoras no meio. Na verdade é o único meio que não depende de operadora. Esta solução exige a aquisição de uma receptora de rádio na base, e um transmissor em cada cliente, o que eleva o custo, e não permite upload / download. Mas, por outro lado, não há custos com mensalidade.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Softwares para Configuração de Centrais de Alarme

Cada vez mais iremos usar softwares para programar centrais de alarme. E a facilidade em utilizar um software rotineiro de configuração impacta significativamente na produtividade e qualidade do trabalho.

Por isso é importante conhecermos o software de cada fabricante, o máximo possível. A escolha de uso de uma marca pode ser estrategicamente definida com base no software de configuração do fabricante. Então, eu sempre recomendo conhecer bem o software antes de utilizá-lo diariamente porque isto pode ajudar a tomar a melhor decisão no futuro. E ter melhores resultados!


O lado bom é que a maioria dos softwares de programação de alarmes são gratuitos e geralmente podem ser baixados no site do próprio fabricante. Abaixo listo algumas marcas bem conhecidas que oferecem bons softwares para programar suas centrais:




O Espload foi o primeiro software que a PARADOX lançou, nos anos 90, e revolucionou o mercado de alarmes monitorados porque praticamente nenhum outro fabricante de alarmes oferecia. Com o Espload, embora rodando em DOS, é possível conectar na central para programar enviando e recebendo dados, eventos e também monitorando, permitindo ao operador realizar arme e desarme, anulação de zonas, etc. 

Alguns anos depois, a PARADOX lançou o Winload, com interface em janelas do Windows, mais moderno e suportando mais centrais. Ao longo de novas versões o Winload permitiu conexão com painéis via porta USB, IP e também GPRS.

Porém, nos últimos anos o Winload começou a se tornar problemático na medida que novas versões de sistemas operacionais foram surgindo e sua base de dados ficando com tecnologia ultrapassada. E por esta razão a PARADOX lançou o Babyware, que é o mais moderno e atual de todos os três. Com o Babyware é possível conectar em todas as centrais atuais da marca, e permanecer conectado com várias centrais de alarme ao mesmo tempo. O Babyware também permite o compartilhamento de sua base de dados, sendo possível que seja instalado softwares "cliente" em outras estações de operadores, utilizando o mesmo banco.

Se você utiliza algum destes softwares e gostaria de acrescentar algo deixei seu comentário abaixo.

domingo, 20 de dezembro de 2015

O que é o padrão ONVIF

Criado em 2008 com o objetivo de assegurar a transparência necessária para desenvolver um padrão aberto para a indústria de produtos de vídeo em rede, o ONVIF é um fórum global fundado pela Axis Communications, pela Bosch e pela Sony.



Hoje, a interface ONVIF fornece a interoperabilidade entre os produtos de vídeo em rede, sem a necessidade do fornecimento do kit de desenvolvimento de software (SDK) ou de outro programa específico pra descompactação das imagens, o que facilita a vida de todos os envolvidos na cadeia: Integradores, Consultores e, principalmente, Cliente Final.

Atualmente, existem basicamente duas formas de compactação de imagens digitais: a estática ou foto (jpeg) e a em movimento ou filme (mpeg/H.264). Para visualizar uma foto compactada, é preciso descompactá-la. Como o jpeg é um sistema padrão, praticamente todas as câmeras fotográficas e microcomputadores possuem o seu descompactador e essa operação se torna imperceptível para os usuários.

Já com os filmes a realidade é outra. Cada fabricante utiliza o pacote de ferramentas e características disponíveis no padrão de compactação de forma proprietária, tornando seu stream de vídeo único. Para visualizar e descompactar o stream de vídeo é necessário utilizar o software ou SDK do próprio fabricante, que fornece a "receita" para sua descompactação. Dessa forma, uma instalação está limitada ao fabricante das câmeras/compactadores de vídeo e ao software de visualização das imagens, não permitindo a interoperabilidade entre equipamentos de diferentes fabricantes.

Membros do ONVIF

Com a chegada da interface ONVIF nos equipamentos de vídeo IP isso não ocorre mais. Todos podem aproveitar as possibilidades oferecidas pelo sistema, com soluções mais rentáveis e flexíveis, o que torna as oportunidades de mercado maiores e os riscos reduzidos, pois permite que um projeto de segurança seja desenvolvido com diversas marcas.

Outro benefício é a maior opção de escolha oferecida aos usuários finais, que podem definir um projeto com produtos de diferentes fornecedores, a fim de desenvolver sistemas que atendam plenamente suas necessidades.

Profile S

  • Para sistemas de vídeo baseados em IP
  • Vídeo e streaming de áudio
  • Controle pan-tilt-zoom e saída de relé
  • Configuração de vídeo e multicast


Profile C

  • Para controle de acesso baseado em IP
  • Informações e configuração do local
  • Gestão de evento e alarme
  • Controle de acesso de portas


Profile G

  • Para armazenamento e recuperação de dados
  • Configura, solicita e controla a gravação de dispositivos em conformidade
  • Recebe fluxo de áudio e metadados

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Sistemas de Segurança Residencial Acessíveis

Você não adora aquelas reportagens que mostram imagens de criminosos pegos em flagrante? Eles acham que estão fugindo facilmente, mas, em seguida, são pegos pela polícia, e podemos ver os rostos deles na televisão. Mais um ponto para a justiça!


Não é apenas em bancos e em lojas. Kits de vigilância residencial de baixo custo estão ajudando a pegar mais assaltantes do que nunca antes. E felizmente sabemos o quanto estes sistemas impedem um assaltante sequer pensar em entrar em uma casa protegida em primeiro lugar.

Na verdade, os sistemas de segurança são agora tão eficazes e podem custar tão pouco que todo mundo deveria ter um. Até mesmo algumas seguradoras oferecem descontos para propriedades protegidas. Como a maioria das coisas na vida, quando se trata da compra de equipamentos de segurança residencial, você recebe o que você paga e, às vezes, se você tem um monte de coisas valiosas ou insubstituíveis na sua casa, vale a pena trazer um profissional para aconselhar sobre o que você realmente precisa.

Mas mesmo o mais básico dos dispositivos e sistemas de segurança, muitos dos quais você mesmo pode instalar, oferecem uma quantidade considerável de proteção, além, é claro, a tranquilidade. Se você ainda não tem um sistema ou se está revendo sua atual configuração, aqui está a nossa lista de prioridade sugerida:
  • Comece com janelas e portas bem seguras e cadeados de segurança. Eles são de baixo custo, fáceis de instalar, e diminuem o risco de alguém invadir a sua casa.
  • Reduza o risco ainda mais com iluminação de segurança externa ativada com movimento em pontos estratégicos ao redor da casa. Às vezes você pode usar adaptadores para converter luminárias existentes.
  • Detectores de movimento internos, ligados a um sistema de alarme (um alarme sonoro ou, digamos, uma luz visível piscando em seu quarto), também em modelo sem fio, tornando-os simples de configurar.
  • Posicione câmeras dentro e fora da casa. Elas são um poderoso dissuasor (às vezes até mesmo câmeras falsas desencorajam ladrões). Você ainda pode usar webcams ligadas no seu computador, para monitorar a atividade e até mesmo imagens por e-mail, assim um intruso não pode destruí-las.
  • Para necessidades mais críticas, considere instalar um sistema profissional que ativa se alguém entrar em sua casa, soar uma sirene alto e discar diretamente em um serviço de monitoramento.
Claro, há um elemento adicional, vitalmente importante em segurança residencial em que nós esperamos que você já esteja coberto: alarmes de incêndio e monóxido de carbono.

Nenhuma residência deveria estar sem um sistema de alarme de incêndio. Se você não tem, nós orientamos que você compre agora. Eles não custam caro, são geralmente fáceis de instalar e podem salvar vidas.

Um alerta final: outra ocorrência policial que vimos recentemente alertou sobre vigaristas que se apresentam como vendedores de sistemas de segurança. Se alguém bate à sua porta vendendo estes ou quaisquer outros produtos, pegue o seu número de telefone e diga a eles que vai ligar para eles. Se eles são criminosos, eles não vão dar um número real. Se eles são genuínos, você pode adicioná-los à sua lista de pesquisa.

Bem, aqui está uma boa notícia. De acordo com o Sinesp, roubos no Brasil caíram 1,7% em 2014 em relação a 2013. Talvez seja porque a aplicação da lei foi mais eficaz - mas, sem dúvida, o uso de sistemas de segurança ajudou também. Se você não tem um, talvez agora é a hora de pensar nisso.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Participe do CONASEG

Os maiores especialistas em Segurança Eletrônica, Circuito Fechado de Televisão (CFTV), Videomonitoramento, Sistemas de Alarme, Sistemas de Controle de Acesso, Sistemas de Detecção de Incêndio, Detecção Perimetral e muito mais compartilhando com você informações qualitativas e práticas.



Esta é a proposta do CONASEG, o primeiro Congresso Nacional de Segurança Eletrônica completamente online no Brasil. A ideia possibilita o acesso ao conhecimento por pessoas em qualquer lugar, o que um evento presencial não permitiria. As transmissões serão realizadas entre os dias 14 e 20 de dezembro, e as inscrições são gratuitas.

Marcelo Peres, que é o fundador do CONASEG, me convidou para fazer parte desta equipe, e eu sem dúvida alguma aceitei. Vou palestrar sobre Novas Tendências em Sistemas de Alarme, e eu convido você para fazer parte desta revolução.

Para participar, basta entrar com o seu e-mail no site do CONASEG em http://www.conaseg.com/. Quem não puder assistir a todas as apresentações, poderá então assistir mais tarde, ao adquirir o Plano Vip, com o custo de uma taxa.

Abaixo você encontra a lista de todas as palestras e os profissionais, com mais detalhes e informações:


Adriano Oliveira
Fatores de qualidade em projetos de CFTV
Adriano Oliveira, graduado em TI na área de Redes de Computadores, técnico em eletrônica, experiência de 18 anos nas áreas de redes, hardware e principalmente segurança eletrônica. Larga experiência em CFTV analógico e IP em grandes empresas do mercado,  atualmente faz parte do corpo técnico da Samsung Techwin onde é responsável, entre outras atividades, por treinamento e certificação nas áreas de CFTV e é editor do blog Hardware Magazine.

Claudio Procida
Planejamento e Gerenciamento de Projetos e Obras de Segurança Eletrônica
Claudio Procida é Sócio fundador da ABESE – Associação Brasileira de Sistemas Eletrônicos de Segurança e sócio na ENGERISCO TREINAMENTOS EMPRESARIAIS. Pós-graduado em Gestão de Projetos em TI e graduado em Administração de redes de telecomunicações. Professor de pós-graduação na instituição SUSTENTARE ESCOLA de NEGÓCIOS e leciona disciplinas relacionadas ao Gerenciamento de Projetos; Desde 2005 atua como consultor de empresas nas áreas de Estratégias de Gestão, Gerenciamento de Projetos e Sistemas Eletrônicos de Segurança; No segmento de segurança eletrônica atuou 25 anos, desenvolvendo e implantando projetos de sistemas eletrônicos de segurança como, controle de acesso, sistemas de videomonitoramento, sistemas de alarmes e centrais de monitoramento de alarme e imagens.

Christian Visval
Plano de Marketing - Segmentação de Mercado - Os diferenciais do mercado de segurança Posicionamento
Christian Visval  é sócio-diretor da VP Group, empresa de comunicação integrada responsável pela edição de mais de 12 veículos, incluindo um dos principais periódicos do setor de segurança eletrônica do país, a Digital Security. A revista acompanha o mercado, trazendo aos seus leitores as principais tendências e notícias sobre segurança eletrônica. A Digital Security ainda apresenta a cobertura completa dos principais eventos do setor no Brasil e no mundo, além de análises de soluções, textos técnicos, artigos assinados por especialistas e estudos de caso de sucesso.
Foi responsável por projetos para o Governo do Distrito Federal, como o Brasília Capital Digital e Cati, além coordenar trabalhos realizados pela Alphaville Urbanismo.

Diogenes Bandeira
Implantação de bases de monitoramento de alto desempenho
Diogenes Bandeira é Diretor da empresa Pixel Segurança Eletrônica e também atua no segmento de suporte técnico de TI e redes de computadores desde 1998. Tem pleno domínio de redes LAN, MAN, WAN, Fibra Ótica e Wireless. Atualmente busca conhecimento na área de sustentabilidade (energia solar), onde já fez projetos autossustentáveis para área de segurança eletrônica IP.

Dr. Adelar Anderle 
A Segurança Eletrônica no Estatuto da Segurança Privada
Dr. Adelar Anderle é Especialista em segurança privada, consultor e advogado. É Delegado de Polícia Federal aposentado. Nos últimos 6 anos da ativa, esteve à frente da Coordenação Geral de Controle de Segurança Privada da Polícia Federal.  É Mestre em Direito Público pela Universidade de Brasília/UNB e Especialista em Direito Ambiental. Possui MBA de Gestão em Segurança pela Fundação Getúlio Vargas/FGV, Gestão Policial pela Academia do FBI/EUA e Gestão Internacional Avançada em Segurança pela Academia Internacional de Polícia/Departamento de Estado/EUA. Desde 2012 é consultor da ABESE/FENABESE.

Fabio Nascimento
Segredos dos Recursos Avançados de Câmeras IP
Fabio Nascimento é Profissional da área eletrônica, pós-graduado em Gestão Estratégica de Vendas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, possui experiência de 18 anos no mercado de tecnologia e Segurança Eletrônica , com foco em equipamentos de CFTV IP, administração de servidores Microsoft e redes. Atuou em importantes empresas do segmento, como KODO Electronics, Panasonic e Siemens. Atualmente, desempenha a função de Engenheiro de Aplicação na Samsung Techwin America, responsável pela área técnica no Brasil.

Fernando Lira ​
Novas tecnologias em Videomonitoramento
Fernando Lira com graduação em Bacharelado em Ciência da Computação na Universidade São Camilo e MBA em Telecomunicações na Universidade Federal Fluminense, iniciou na Axis Communications em 2009 como engenheiro de suporte para América do Sul, sendo responsável pelo suporte técnico para os canais parceiros, clientes finais e distribuidores. Em 2011 assumiu a posição de engenheiro de vendas para o Brasil realizando apresentações de produtos e soluções, visitas a cliente finais, apoio de engenharia para o desenvolvimento de projetos. Em 2013 assumiu a posição de coordenador de engenharia para as áreas de pré-vendas e treinamentos.

Fabrício Junqueira ​
D-Guard suas funcionalidades e integrações. Excelência em centrais de monitoramento
​O Gerente Comercial Fabrício Junqueira já faz parte do time da Seventh há 12 anos. Neste período, já realizou e participou dos maiores projetos de CCTV do Brasil (e América Latina), utilizando o software D-Guard Center. Profissional na área comercial, Fabrício se especializou na área de desenho de projetos em câmeras IP's e analógicas, trabalhou em conjunto na criação de alguns sistemas  OEM  renomados ,conseguindo aliar e instruir os seus clientes a otimizar a utilização dos sistemas nos processos de execução final. Participou de projetos no setor Industrial em grandes Usinas de Álcool e Açúcar, no setor rodoviário em Rodovias Interestaduais, em grandes hospitais no setor hospitalar, no setor comercial, no setor imobiliário em condomínio, prédios e edifícios residenciais, no setor agropecuário, no setor portuário e recentemente participou da elaboração do projeto do CT do Corinthians Paulista. Dr.Joaquim Grava.

Intelbras - Nicolás Zaffi, Nicolás Zaffi, Ronney Amorim 
CFTV IP
Nicolás Zaffi - Profissional com formação multidisciplinar, possui especialização na área de marketing. Trabalhou em grandes veículos de comunicação nas áreas de planejamento e marketing, desenvolvendo novos produtos, projetos e conceitos. Hoje atua como Analista de Marketing e Comunicação, no segmento de CFTV IP na Intelbras S/A.

HDCVI
Clayton Zanardo – É engenheiro especialista em segurança eletrônica, com 8 anos de experiência nas áreas de CFTV analógico, CFTV IP, comunicação condominial, telefonia, intrusão e monitoramento. Com experiência internacional nestas linhas, atuou no Brasil e México na gestão do desenvolvimento de produtos, acompanhando tendências mercadológicas e tecnológicas das áreas.  Hoje atua como Analista de Marketing de produtos na área de CFTV na Intelbras S/A.

 HDs
Ronney Amorim – É profissional especialista em segurança eletrônica, com 18 anos de experiência nas áreas de CFTV analógico, CFTV IP, intrusão e monitoramento, rastreamento de veículos, controle de acesso e detecção de incêndio. Passou por grandes empresas da área como Graber e DSC, atuou como gerente de produtos na Siemens, como marketing de produtos da linha de gravadores na Intelbras, além de gerente do segmento de sensores também na Intelbras.  Hoje atua como Market Development de discos rígidos WD Purple para todo o Brasil, no segmento de gerenciamento de imagens na Intelbras S/A.

João Cezimbra
Novas tendências em sistemas de alarme
João Cezimbra é Especialista em Sistemas de Alarme de Intrusão, Detecção e Bases de Monitoramento. Graduado em Gestão Comercial pela UNINTER, e Técnico em Informática Industrial pelo Senai Visconde de Mauá. Diretor Técnico da JF Tecnologia.
Hoje é um dos maiores especialistas em sistemas de alarmes de intrusão e CFTV, tendo participado de treinamentos da GeoVision, Samsung, Commax e da PARADOX na Fábrica no Canadá.

Joni Ramos
Desenvolvimento e Integração de Tecnologias de Videomonitoramento
Joni Ramos, especialista em segurança da informação e segurança patrimonial, com mais de 30 anos de experiência na área de informática, e mais de 10 anos de experiência na área de CFTV.
Consultor e desenvolvedor de software, hoje atua na ISS do Brasil prestando consultoria e gerenciando a equipe de desenvolvimento de integrações para América Latina.
Técnico em eletrônica, com certificação em redes e sistemas VMS dos mais diversos fabricantes.

José Domingos Favoretto Júnior 
Implantação de bases de monitoramento de alto desempenho
Graduado pela Universidade Estadual de Campinas e mestre pelo PII (Philips International Institute of Technology - Holanda).
Há 19 anos na área de desenvolvimento de softwares para gestão de empresas de telecomunicações.
Arquiteto da solução de Gestão de Recursos de Telecomunicações e Multimídia do CPqD para o Mercado Corporativo.
Responsável pelo projeto e implantação da solução de Gestão Recursos de telecomunicações em uma dezena de clientes corporativos de grande porte.
Responsável pela arquitetura e desenvolvimento da plataforma de monitoramento CONDOR há 18 anos. Sócio proprietário da FOR Segurança Eletrônica.

Marcelo Peres
Segredos para Projeto de Sistemas de Videomonitoramento
Marcelo Peres  é Engenheiro Eletricista com ênfase em eletrônica, formado na PUCRS, possui Pós-graduação em Redes de Computadores, Palestrante, Projetista de sistemas de Videomonitoramento, CFTV, Redes de dados, controle de acesso, alarmes e automação. Certificação em diversas soluções como Axis, Panasonic, Avigilon, Samsung, Pelco, ISS, Genetec, NUUO, Vault, Vivotek, Sony, Commscope, etc. Experiência de mais de 18 anos no mercado de segurança eletrônica, telecomunicações e CFTV, realizando projetos e treinamentos em grandes empresas do setor em projetos na segurança pública e privada e em empresas como Vale, Gerdau, Grupo EBX, CEEE, Oxiteno, INFRAERO, ANATEL, etc. Desenvolvedor do Portal Guia do CFTV

Mario Alves
Como a automação pode conduzir seus projetos a melhores resultados
Mario Alves Atua no mercado de Segurança Eletrônica desde 2005, com experiência como instrutor de Segurança Eletrônica no SENAI de Brasília, instrutor de Redes de Computadores e PABX na INTELBRAS, e atualmente é instrutor e supervisor de treinamentos na ROSSI Portões de Brasília-DF. Já ministrou treinamentos de Segurança em 19 estados e colabora no Guia do CFTV tirando dúvidas, e é um dos moderadores do site.

Odirley Rocha 
Benefícios da Portaria Digital Remota
Odirley Felicio da Rocha com 18 anos de atividades no Mercado da segurança eletrônica, atuando na área da distribuição desses equipamentos e auxílio a projetos, desenvolvimento e homologação de produtos. Centenas de treinamentos ministrados em empresas de Monitoramento de todo o Brasil. Formação: Eletrotécnica, Eletrônica e uma Pós Graduação em Gestão da Segurança Empresarial. É Diretor Técnico do SIESE-SC aonde atuamos fortemente na evolução tecnológica do mercado Catarinense.

Rafael Vandame
Vantagens da Tecnologia de Vídeo Multi Megapixel, 4K e 7K
Rafael Alencastro Vandame, Porto Alegre-RS, 39 anos, Graduado pela UFRGS em Arqueitetrura e Urbanismo,  Pos Graduação em Gestao de Negocios e Pessoas pela ESPM-RS, posui 20 anos de experiência em projetos e implantação de infraestruturas de redes IP e de segurança da informação, Com especializações e certificações em diversos fabricantes do segmentos de TI, Segurança da Informação e Eletrônica, atualmente trabalha na Avigilon como Gerente regional de Vendas

Ricardo Luiz
Estratégias de VENDA: Detectando as Necessidades do seu Cliente em tempos de CRISE
Ricardo Luiz  é especialista em Segurança Eletrônica, com 12 anos de experiência na área, atuando como Instrutor e Consultor Comercial da empresa Tecvoz (referência em produtos de CFTV), especializado em ferramentas, dicas e notícias sobre o mercado de Segurança em Geral.
Formado em Gestão de Ambientes Internet e Redes de Computadores em 2002 e Pós Graduado em MBA Gestão de Negócios.

Rodrigo Borges
Grandes oportunidades no mercado de segurança eletrônica
Rodrigo Borges é Diretor de Relações Institucionais e Negócios da FindBrazil, que é uma plataforma de negócios para empresas brasileiras, nos processos de expansão internacional e atração de investimento. Ele possui experiência em liderança de equipes de marketing, gestão de planos de negócios, geração de demanda e inovação de produtos em diferentes indústrias, com sólido conhecimento de branding e comunicação, tendo liderado projetos para a criação de propostas de valor, posicionamento e comunicação. Tem experiência de sucesso no desenvolvimento de negócios com alto turnover, implementando planos de turnaround, liderando start-up e programas de joint venture, alcançando resultados expressivos, enquanto no comando de equipes de marketing e vendas.

Taigo Soares
Ativos de Rede para Sistemas de Videomonitoramento
Taigo Soares com mais de 12 anos de experiência em TI, Taígo Soares possui certificação Cisco CCIE (Cisco Certified Internetwork Expert) em Routing & Switching além de outras especializações nas áreas de Physical Security, Datacenter e Integração de Comunicação. Bacharel em Ciências da Computação pela Universidade São Judas Tadeu (SP), trabalhou em elaboração de projetos e soluções para clientes de diversas verticais como: Manufatura, Comércio e Serviços, Telecomunicações, Bancos e Instituições Financeiras e Governo. Ampla visão de diversas tecnologias, tendo atuado em soluções em rede Backbone, Vídeo Monitoramento e veículos embarcados para comando e controle.

Thomas Wu
Controle de Acesso - Geovision
Thomas Wu Com formação em Engenharia da Computação,  ele atua na área de segurança eletrônica como Coordenador do Departamento de Projetos, Suporte e Venda Técnica da GeoVision do Brasil há mais de 5 anos.

Ueric Melo
Câmeras de vídeo além da segurança - O potencial pouco explorado do CFTV
Ueric Melo é gerente de projetos na empresa Alpha Digi, trabalha na área de tecnologia da informação há 20 anos e há 14 atua na área de segurança eletrônica, mais especificamente vídeo segurança. Formado em processamento de dados e certificado pelos principais fabricantes mundiais da área, com treinamentos realizados em território nacional e internacional. Ministrou treinamentos e certificações em dezenas de cidades do Brasil, atingindo a marca de mais de 1.500 pessoas treinadas. Atuou em projetos do setor público e privado, como cidades, refinarias e distribuidoras, indústria do ramo alimentício, estádio de futebol e centro de treinamento, joalherias, etc.

Vagner Severo
H.265 e outras tendências em vídeo sobre IP
Vagner Ricardo Meirelles Severo, 26 anos atua como Consultor de Projetos na Vivotek Inc. Possui curso superior na área de Segurança da Informação pela Shanghai JiaoTong University.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Como escolher o fornecedor certo para o seu sistema de segurança residencial


Você não permitiria que um estranho qualquer consertasse seu carro - você examinaria os melhores mecânicos e empresas de serviços automotivos disponíveis. O mesmo deve ser feito para o seu sistema de segurança na sua casa.

Para manter os padrões de segurança residencial elevados, permita apenas que pessoal autorizado instale dispositivos em sua casa. Mas como você sabe quem é legítimo?

Fabricantes de segurança, como a PARADOX, oferecem uma lista de revendedores autorizados que eles controlam. Se o fabricante do produto colocou a confiança na capacidade e reputação do fornecedor, você também pode colocar a sua.


Riscos associados com os vendedores não autorizados


Pessoal não autorizado pode incluir uma empresa de segurança mal equipada, um trabalhador sem qualificação ou, no pior dos casos, um indivíduo mal intencionado na sua casa.

Seus pertences poderiam estar em risco se um intruso obtiver acesso físico ao sistema. Uma vez dentro de sua casa, um fornecedor medíocre poderia invadir a sua privacidade, colocando em cheque a sua propriedade e seus dispositivos de segurança com equipamento de software hacker para obter o acesso ou informações mais tarde.

Alternativamente, enquanto um fornecedor pode não tentar um crime, eles podem tentar enganar a sua família ao fazê-lo pagar caro por um serviço de baixa qualidade. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio, algumas empresas de segurança e alarmes residenciais "usam de táticas de vendas enganosas ou de alta pressão para fazer clientes potenciais pagar caro por sistemas e equipamentos, às vezes, abaixo do padrão ou que não precisam."

Em ambos os casos estas circunstâncias podem ser evitadas.


Dicas para Escolher o Melhor Fornecedor de Manutenção


Faça a sua pesquisa. Converse com amigos e familiares, e procure na internet para encontrar um fornecedor de respeito na sua região. Entre em contato com o PROCON, em sites como o ReclameAqui ou na página da empresa no Facebook para ver se o fornecedor escolhido é conhecido por serviços de alta qualidade.

Não tenha medo de comparar. Examine empresas conceituadas umas com as outras - de preços a produtos e serviços oferecidos. Comece com as perguntas abaixo:
  • A sua empresa está autorizada a atender todos os produtos do fabricante?
  • Haverá um terceiro para monitorar ou realizar serviço em meu sistema residencial?
  • Como são tratados os reparos e upgrades?
  • A manutenção do sistema está integrada no meu contrato ou é oferecida como um serviço à parte?
  • Existe uma manutenção preventiva padrão? Caso afirmativo, com que freqüência e em que medida?
  • Como devo solicitar uma assistência se o meu sistema não estiver funcionando corretamente?
  • Em quanto tempo você será capaz de ter um técnico na minha casa após a solicitação de um serviço?

Agende a manutenção e peça por identificação. Assim que chegar para o serviço de manutenção agendado, peça ao técnico para se identificar. Um profissional de segurança residencial legítimo deve ser capaz de apresentar seu crachá de identificação da sua empresa. Quando isto for realizado, você poderá prosseguir com os reparos no seu sistema de segurança residencial.